Operação investiga atuação do PCC em São Paulo

Já foram identificados 21 suspeitos, alguns já detidos

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) deflagrou, com o apoio da Polícia Militar, a Operação Sharks, para inibir a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das principais facções criminosas do país. A ação é realizada por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e tem por base investigações iniciadas no primeiro semestre de 2019.

Em nota, o MPSP informa que a apuração focaliza, sobretudo, atividades dos primeiros escalões da facção. No total, foram identificados 21 suspeitos, alguns já detidos.

Até o momento, descobriu-se que os integrantes do PCC movimentam mais de R$ 100 milhões por ano com o tráfico de drogas e quantias arrecadadas de membros do grupo criminoso. No informe, o MPSP destaca que as transações são todas organizadas rigorosamente, em planilhas.

Em agosto, a Polícia Federal cumpriu 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão, todos no âmbito da Operação Caixa Forte 2, estruturada para desmantelar núcleos do PCC. Na ocasião, foram mobilizados 1,1 mil agentes.   *Agência Brasil

Redação

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